sábado, 4 de fevereiro de 2012

DEU NO BLOGUE MIDIAS, EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE

Sobre o caráter pedagógico da jornada ou sobre a importância da hora atividade

Marcelo Carvalho

No último dia 27, o SINTEPP realizou um seminário para debater a proposta da incorporação das aulas suplementares e do abono FUNDEB. Na ocasião fiz uma intervenção na qual tentei debater a definição do conceito de hora atividade conforme determina a Lei do Piso.
Minha defesa foi no sentido de que a categoria deveria deliberar como quer a hora atividade e qual seria a postura nas negociações com o governo. No seminário, senti que os demais professores concordaram com meus argumentos, porém, mais uma vez, infelizmente, nosso debate ficou centrado nos ganhos financeiros.
A luta pelo Piso, pelo PCCR, pela incorporação do abono, das aulas suplementares e todas as demais que representam ganhos em nossos salários são tão importantes quanto as que possibilitam avanços pedagógicos, melhorias no trabalho do professor e fundamentalmente na aprendizagem de nossos alunos.
A luta pela qualidade da escola pública deve ser a outra face da moeda. De um lado lutamos por melhorias salariais e de outro, com a mesma energia, devemos ser intransigentes na defesa da qualidade do ensino.
A hora atividade é a principal inovação de caráter pedagógico que poderá ocorrer nas escolas estaduais em 2012, pode representar melhorias na organização do trabalho do professor, no relacionamento entre professores de diversas áreas do conhecimento e na própria relação professor e aluno.
Portanto, não podemos negligenciar, devemos acompanhar de perto a elaboração da portaria e o processo de lotação dos professores para o ano letivo 2012 e fazer valer a Lei do Piso, tanto em seu aspecto econômico, quanto no pedagógico.

Leia abaixo um excelente texto publicado no site da CNTE:

Sobre o caráter pedagógico da jornada da lei do piso

Maria Izabel Azevedo Noronha
Professora de Língua Portuguesa da rede estadual de ensino
Presidenta da APEOESP - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo
Membro do Conselho Nacional da Educação
Membro do Fórum Nacional de Educação

O trabalho do professor vai muito além de ministrar aulas. Para que sua atuação tenha mais qualidade, o professor precisa, além de uma ótima formação inicial, qualificar-se permanentemente e cumprir tarefas que envolvem a melhor preparação de suas atividades em sala de aula, bem como tempo e tranquilidade para avaliar corretamente a aprendizagem e desenvolvimento de seus alunos.
Por isto a lei 11.738/08 (lei do Piso Salarial Profissional Nacional) estipulou em seu artigo 2º que “na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos.” Desta forma, no mínimo 1/3 do tempo do professor deve ser dedicado a atividades extraclasses. A lei reconhece e regulamenta, o trabalho do professor fora da sala de aula, mas deixa aos sistemas de ensino a regulamentação da composição da jornada.
Como é composta a jornada do professor na rede estadual de ensino de São Paulo? Como deve ser aplicada a lei do piso no nosso estado?
O artigo 10 da lei 836/97 estabelece que a jornada de trabalho semanal do professor é constituída de horas em atividades com alunos, de horas de trabalho pedagógico na escola (HTPC) e de horas de trabalho pedagógico em local de livre escolha pelo docente (HTPLE).
Vejamos qual é natureza e as finalidades de cada uma dessas partes da jornada.
Pela lei do piso, e de acordo com a lei 836/97, o trabalho de interação com alunos, em uma jornada de 40 horas semanais, deve compreender um total de 26 horas, ou seja, 26 aulas de uma hora, com cinquenta minutos desta hora destinados exclusivamente à tarefa de lecionar.
Contempla-se, desta forma, a aula propriamente dita, mas também o tempo que o professor dedica a conversar com um aluno, pai de aluno, interferir num desentendimento entre alunos (cumprindo a função de educá-los, num sentido mais amplo), tomar uma água, usar o banheiro e outras atividades que não se realizam no momento em que está lecionando ou nos tempos dedicados a HTPC e HTPLE.
Evidentemente, não basta que a lei assim determine a jornada do professor. Para que essa mudança cumpra plenamente o papel pedagógico que dela se espera, deverá vir acompanhada de mudanças na escola, começando pela reorganização dos tempos e espaços escolares, interação entre disciplinas e outras.
O Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) se constitui em um espaço no qual toda a equipe de professores pode debater e organizar o processo educativo naquela unidade escolar, discutir e estudar temas relevantes para o seu trabalho e, muito importante, deve ser dedicado à formação continuada dos professores no próprio local de trabalho.
Tal formação deve ser efetivada por meio de parcerias e convênios entre a rede estadual de ensino e as universidades públicas e agências públicas de formação de professores. Estas parcerias e convênios são importantes não apenas porque trazem para dentro das escolas as teorias educacionais e as propostas didáticas elaboradas e trabalhadas no interior das universidades, mas, também, porque permitem aos professores das escolas públicas interferir para alterar a própria informação inicial dos docentes na universidades, expondo e discutindo sua prática cotidiana. Desta forma, aproximamos a ideia de uma escola ideal, pela qual lutamos, da escola real, que precisa ser transformada e melhorada.
Finalmente, o Horário de Trabalho Pedagógico em Local de Livre Escolha pelo docente (HTPLE) é essencial para que o trabalho do professor tenha a qualidade necessária e produza resultados benéficos para a aprendizagem dos alunos. Trata-se daquele trabalho que o professor realiza fora da escola, via de regra em sua própria residência, incluindo leituras e atualização; pesquisas sobre temas de sua disciplina e temas transversais; elaboração e correção de provas e trabalhos e outras tarefas pedagógicas.
O professor sempre trabalhou, e muito, em sua própria residência. A composição da jornada de trabalho que considera e remunera este trabalho, reconhece um fato concreto e, com a lei 11.738/08, melhora o tempo e as condições para que este trabalho seja feito. Registre-se que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi alterada pela lei 12.551/11, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 15 de dezembro de 2011, que equipara o trabalho realizado no local de trabalho e o realizado na residência do trabalhador, desde que comprovável, inclusive por meios eletrônicos. E o trabalho que o professor realiza em sua casa é facilmente comprovável.
Todos os professores que estão na sala de aula e no cotidiano da rede estadual de ensino, e não nos gabinetes da Secretaria da Educação, vivenciam as dificuldades e as possibilidades de seu trabalho e sabem perfeitamente a importância de cada um desses espaços para a qualidade do ensino. Por esta razão, não abrimos mão da implementação da composição da jornada de trabalho docente prevista na lei do piso, de acordo com a sua verdadeira concepção e não com base em manobras aritméticas que pretendem justificar que nada mude.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ANO LETIVO 2011

Coordenação divulga lotação para a reposição


Foi divulgada hoje, 2/2, às 14h23, em postagem realizada pelo coordenador Luis José Rabelo de Lima, no blogue do SOME, a tabela com a lotação para a segunda reposição de aulas do ano letivo 2011, que está marcada para iniciar na segunda-feira, 6 de janeiro de 2012.
Um total de 43 educadores(as) foram lotados para atender os estudantes do Ensino Médio Modular (EMM) em 20 comunidades, dos municípios de Santarém e Aveiro. 



DISCIPLIANA
PROFESSOR
COMUNIDADE
MATEMÁTICA
FÍSICA
LUCIVALDO MARCELO
AJAMURI
BENILDO ANTONIO
ANÃ
MIRACY FRANÇA
APACÊ
GLEYDSON MAIA
ARACY
TATIANE LIMA
B. DE C. DO ARITAPERA
MARCOS MAIA
SARACURA
EDSON ALVES
SÃO CIRÍACO
ALCINEY MARTINS
URUCUREÁ
EDIMILSON BENTES
SURUACÁ
DILCINEY GUIMARÃES
ARITAPERA
ADRIANO AMARAL
ARACAMPINA
DANNY JOSÉ
ARACAMPINA
CLEMERSON ROCHA
CURUAI
OLINTO NOBRE
CURUAI
DEMETRIUS SOUSA
CURUAI
ADELAN MENEZES
SURUCUÁ
EDILBERTO PUREZA
BRASÍLIA LEGAL
ANA CLUDIA
CARARIACÁ
INGLÊS
PORTUGUÊS
ADENOR JUNIOR
CURUAI
FRANCISCO COSTA
CURUAI
RAIMUNDA STAELMA
AMORIM
MARCOS JOSÉ
ARITAPERA
MANUEL DOMINGOS
CACHOEIRA DO ARUÃ
JEANNE SIMÕES
SÃO MIGUEL
DANIELA LOBATO
COSTA DO TAPARÁ
ELIANA VIEIRA
ILHA DE SÃO MIGUEL
MARIA GUIOMAR
PIRACÃOERA DE CIMA
ETMAXANDRA
VILA GORETE
ALBANISA SIQUEIRA
TAPARÁ GRANDE
JOÃO PICANÇO
SÃO PEDRO
ELÁDIO DELFINO
GUAJARÁ
COSME HENRIGUE
CAMETÁ
JOSÉ MARIA
CAMETÁ
FILOSOFIA
SOCIOLOGIA
DILVANE ARACATY
ANÃ
JOSÉ MOTA
AMORIM
RINALDO PIMENTEL
ARACY
WALTER DOS SANTOS
CURUAI
SONIA MARIA
PIRACÃOERA DE CIMA
ELIANA DOURADO
SÃO PEDRO
CHRISTIANO LIMA
TAPARÁ GRANDE
MARLONY LARA
SÃO CIRÍACO
HISTÓRIA
VAGNER LUIZ
CURUAI
MAGNO COELHO
SÃO MIGUEL

IMPLANTAÇÕES

Expansão do SOME no Polo de Santarém
Neste ano letivo de 2012, os professore do Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), Polo de Santarém, circularão por mais um município: Mojuí dos Campos e oito novas comunidades: Igarapé do Piranha, Poço Branco, Cícero Mendes e Vista Alegre do Moju (Planalto), Correio do Tapará (Várzea), São Pedro do Uruarí e Pindorama (Lago Grande) e Pedra Branca, no rio Tapajós.
O SOME é uma estratégia utilizada pelo Estado para universalizar o ensino médio até as localidades mais longínquas do Pará. Na região Oeste do Pará, o Ensino Médio Modular (EMM) foi implantado pela primeira vez em 1991, para atender as comunidades santarenas de São José, Arapixuna, Aritapera, Alter do Chão, Boim e Curuai, além das sedes dos municípios de Belterra e Aveiro. Desde então, o atendimento feito pelo SOME vem se expandindo na região.
Para se ter uma ideia desse crescimento do SOME na região, vejam a seguir uma estatística. Em 2003 criou-se o Polo de Santarém, com jurisdição sobre os municípios de Santarém, Belterra e Aveiro. Nesse ano, contabilizou-se a presença do SOME em 79 municípios do Pará, sendo 47 sedes e 122 distritos, totalizando 169 localidades, que por sua vez se aglutinaram em 35 circuitos, distribuídos em 10 polos (Tucuruí, Cametá, Marabá, Conceição do Araguaia, Abaetetuba, Igarapé-Miri, Santarém, Altamira, Óbidos e Itaituba).
Dando continuidade a expansão do SOME na região, em 2005, a SEDUC implanta o Ensino Médio Modular (EMM) em mais seis comunidades santarenas: Ajamuri, Anã, Guajará, São Francisco, Cachoeira do Aruã e Vila Gorete, aumentando para 35 o número de comunidades atendidas no município.
Em 2006 houve apenas uma implantação: na comunidade de Igarapé do Costa. Nesse ano, o polo atendeu 47 comunidades. Sendo 36 em Santarém, seis em Belterra e cinco em Aveiro.
No ano de 2007, com a implantação do SOME em Araci e São Jorge, no Lago Grande e Saracura e Santa Maria do Tapará, na várzea, esse número passou para 51 comunidades.
No ano de 2008, o polo atendeu apenas 50 comunidades. Destas, 40 pertenciam a Santarém, cinco em Belterra e cinco de Aveiro. A diminuição de 51 para 50 comunidades foi por conta da transferência dos alunos de Aramanaí, que passaram a estudar em Belterra. O SOME, portanto, deixou de funcionar na EMEF Ladislau B. Pedroso, depois de 3 anos implantado nessa comunidade.
Em 2009, o SOME foi implantado na comunidade de Andrelândia, no município de Aveiro. Nesse ano também foi criado o circuito indígena, para o atendimento das aldeias de Vila Franca e Muratuba, no rio Tapajós e Nova Vista, Caruci e Maró, no rio Arapiuns, todas pertencentes ao município de Santarém.
Solicitações – Em 2010, dezesseis comunidades santarenas e duas de Belterra, enviaram documentação a Secretaria Executiva de Educação (SEDUC) solicitando a implantação do (SOME). No rio Tapajós, as comunidades de Pedra Branca e Solimões enviaram a documentação, pedindo o EMM.
Na região do rio Arapiuns seis comunidades deram entrada com documento pedindo a implantação do EMM: Mentai, Curi, Aminã, Atodi, Lago da Praia e Vila Brasil. No Lago Grande as solicitações foram feitas pelas comunidades de Muruí e São Pedro.
Na região de várzea, as comunidades de Correio do Tapará, São José e Igarapé da Praia também encaminharam o pedido. No planalto santareno três comunidades esperam pela implantação: Corta-Corda, Bom Futuro e São Raimundo do Moju. Duas comunidades do município de Belterra também solicitaram a implantação: Aldeia Bragança e Piquiatuba. Também foi anotada a desimplantação do Ensino Médio Modular (EMM), na comunidade do Trevo, no município de Belterra.
Diagnose – No início de 2010, o técnico Alcindo Moisés Pinho de Sousa, da 5a Unidade Regional de Educação (5a URE) esteve nas comunidades de Corta Corda, Igarapé do Piranha, Vista Alegre do Moju, Correio do Tapará e Vila Brasil para realizar a diagnose de implantação do SOME. Em 2011, não aconteceram implantações.

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Primeira edição foi lançada em 2003

A capa da primeira edição do Modular Notícias
Lançada dia 10 de maio de 2003, a primeira edição do Modular Notícias é uma raridade. De acordo com o coordenador do informativo, Eládio Delfino Carneiro Neto, resta apenas um exemplar nos arquivos.
Segundo ele, a idéia da confecção do jornal nasceu em 2002, durante viagem fluvial de retorno de Belém para Santarém, de alguns dos professores do SOME, que foram fazer as provas do concurso público promovido pela SEDUC. Entre os idealizadores do projeto estão Eládio Delfino Carneiro Neto, Cley Fernando Bilby Lemos,  Jorge Mota, Mario Jorge Vasconcelos,  Nestor Sebastião O. dos Santos e Reginaldo Ribeiro.
Um ano depois, a idéia é colocada em prática, com o lançamento da primeira edição do informativo, que objetivou comemor o vigésimo terceiro aniversário do SOME e divulgar o Primeiro Encontro dos Professores do Ensino Modular, ocorrido em Santarém, no ginásio da escola “São Raimundo Nonato”
A edição foi confeccionada nas dimensões de 14,4 cm X 21 cm e tem como manchete de capa o  título: “Some completa 23 anos a serviço da Educação”.  Uma foto do encontro dos professores ilustra a capa.
Os coordenadores da edição foram os seguintes educadores: Adalberto Barros de Azevedo, Arildo Nogueira Carvalho, Cláudio de Jesus Oliveira, Edilson Junio Sousa de Oliveira, Eládio Delfino Carneiro Neto, Francisco Édson Sousa de Oliveira e Jorge Mota.
Após o lançamento dessa primeira edição, o jornal não foi mais publicado por um período aproximado de três anos. No dia 3 de agosto de 2006 é lançada a segunda edição. Desde então, o informativo não deixou de circular, a cada transição de módulo.
No próximo dia 10 de maio de 2012, o projeto Modular Noticias completa seis anos de funcionamento ininterrupto, com 32 edições já publicadas.
Para 2012, a equipe do informativo pretende lançar cinco edições, sendo uma delas especial a ser lançada durante o Encontro Regional do SOME Pará e Amapá, programada para acontecer em agosto deste ano.

Seminário sobre Aula Suplementar e Abono do FUNDEB


Seminário sobre Aula Suplementar e Abono do FUNDEB
O SINTEPP organizou na última sexta-feira (27) o Seminário que discutiu a regulamentação das Aulas Suplementares e dos Abonos do FUNDEB pagos aos trabalhadores em educação da rede pública do Estado do Pará, que ainda são itens pendentes do PCCR. O encontro realizado no Centro Social de Nazaré serviu para esclarecer à categoria algumas dúvidas quanto ao possível ataque do Governo Jatene a essas vantagens financeiras ao incorporá-las aos próximos vencimentos com o “objetivo” de facilitar a integralização do Piso Salarial Profissional Nacional - PSPN.
Até o presente momento o governo não apresentou nenhuma proposta que atenda esses pontos, além da intenção de incorporá-los aos vencimentos. Sendo assim, algumas simulações de cálculos e estudos foram feitos pelos professores Jair Pena e Antônio Carlos com o objetivo de fundamentar proposta alternativa do SINTEPP. “O governo pretende reajustar a Aula Suplementar. Mas de que forma? Se for para ajustar no sentido de transformá-la em atividade extraclasse - o que é previsto no piso salarial - não discordamos desde que seu valor correspondente à base de cálculo seja mantido”, explica Antônio Carlos.
As simulações foram feitas prevendo um possível ataque do Governo Jatene em relação à retirada do abono e das aulas suplementares. Com a proposta de reformulação do PCCR, precisamos aproveitar e incorporar tanto o abono (R$ 268,00 para cada 200h) quanto as aulas suplementares, que representam 24% do vencimento base. O objetivo é incorporar esses valores a um único valor (equivalente a 1,35 % do PSPN) e assim, cada vez que o Piso Nacional subir, também subiremos na mesma proporção. É o que chamamos de gatilho salarial no Plano de Carreira. Dessa forma a categoria não teria perdas salariais diferentemente se o Piso for condicionado ao percentual do DIEESE. “O Piso do DIEESE é de acordo com a variação da cesta básica, ou seja, é um valor oscilante. Já o Piso Nacional é regido por uma regra fixa até 2021, então queremos também fixar o valor partindo do Piso Nacional para não perder direitos”, finaliza Jair Pena.
Após o debate o SINTEPP irá formular uma proposta de regulamentação para ser apresentada ao Governo do Estado, em audiência com data e horário a definir. (Fonte: Sintepp)

PARCERIA SOME x FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO

Projeto "Florestabilidade" será divulgado na semana pedagógica

Em março, durante a semana pedagógica que inicia dia 12, o coordenador do SOME, Polo de Santarém, Luis José Rabelo de Lima irá socializar com os educadores do corpo docente, o projeto ‘Florestabilidade: Educação para o Manejo Florestal’, que foi firmado entre a Fundação Roberto Marinho (FRM) e o SOME, para ser realizado nas comunidades dos municípios de Santarém, Belterra, Aveiro e Mojuí dos Campos.
A FRM diz em sua página eletrônica o seguinte sobre o projeto:
Despertar vocações para carreiras em manejo florestal, difundir o uso sustentável das florestas e oferecer recursos pedagógicos para professores e técnicos extensionistas da Amazônia. Esses são os principais objetivos do projeto ‘Florestabilidade: Educação para o Manejo Florestal’, uma parceria entre o Fundo Vale e a Fundação Roberto Marinho, que conta com o apoio do Serviço Florestal Brasileiro.
O projeto nasceu da necessidade de se propagar as vantagens econômicas, sociais e  ambientais do manejo florestal num país que possui a maior área contínua de florestas tropicais do mundo, a Amazônia. Estima-se que 75% das florestas da região estejam em áreas públicas, ou seja, locais onde é grande a demanda pela aplicação da Lei 11.284, de março de 2006, que descentraliza a gestão florestal do país, permite o acesso gratuito das comunidades locais aos recursos florestais e a introdução do sistema de concessão como uma alternativa para o uso sustentável das florestas.
Para desenvolver a ‘florestabilidade’ – um jeito consciente de interagir com a floresta – o projeto levará o manejo florestal para as escolas da educação básica. Utilizando a metodologia do Telecurso, o conteúdo será aplicado em parceria com as secretarias de educação dos estados do Pará, Acre e Amazonas, a partir de oficinas de formação de professores. Nos próximos dois anos, serão envolvidos cerca de 2.500 professores. Os recursos pedagógicos incluem 15 teleaulas de 15 minutos cada, livro do professor, planos de aula, jogos, e um website interativo que vai conectar os participantes do projeto com oportunidades de estudos e de trabalho em manejo florestal. (Fonte: Fundação Roberto Marinho)

NOTÍCIA DO LUIS RABELO

Essa foi postada no blogue "modularsantarem.blogspot.com". Acesse e confira!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ENSINO MODULAR

 Luis Rabelo cria blogue do SOME

Numa inciativa do químico Luis José Rabelo de Lima, coordenador do Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), Polo de Santarém, foi publicado na terça-feira, dia 31 de janeiro, a primeira postagem do blogue "Modular SOME", mais um espaço de divulgação das ocorrências do SOME.
A página eletrônica já conta com oito postagens, que tiveram a participação de três colaboradores: Estelino Brito, Alex Ruffeil e Luis Rabelo. Abaixo o layout da página e três importantes postagens já divulgadas pelo blogue idealizado por Luis Rabelo.


 
 
 




ENSINO MODULAR-SOME: PARÁ E AMAPÁ
A primeira postagem do blogue