sábado, 28 de maio de 2011

Blogue do PCCR

Notícias do blogue do PCCR
Criado pela assessoria jurídica do SINTEPP

Hora-atividade só dentro da escola (??)
A SEDUC propõe que a hora-atividade seja cumprida apenas, e tão somente, dentro da escola. E assim fez a proposta:
"Art. 4º Para efeito desta Lei, entende-se por:
XIII - HORA-ATIVIDADE – é o tempo reservado ao docente, cumprido na escola ou fora dela, para estudo e planejamento, destinado à avaliação do trabalho didático e à socialização de experiências pedagógicas, atividades de formação continuada, reunião, articulação com a comunidade e outras atividades estabelecidas no Projeto Político Pedagógico".
Ora, mesmo diante da intenção do Governo (que nao é a do Sintepp), a proposta está formalmente mal elaborada, pois, retirando o a expressão "ou fora dela" (da escola) permanece o restante da redação, que indica necessariamente atividades fora da escolar, como, por exemplo, a formação continuada. Ou esta só poderá ocorrer dentro da unidade escolar?

"Servidor" por "profissional da educação"
O Governo/Seduc propõe a substituição da expressão “servidor” por “Profissional da Educação Básica”.

No atual PCCR quando se inseriu a expressão “servidor” pretendeu-se abranger todos os cargos da Educação, enfim, os próprios “profissionais da educação”.
Como a SEDUC propõe limitar o PCCR apenas para os docentes (professores) e técnicos em educação (ou especialistas), apresenta a proposta de alteração da expressão.

No entanto, comete um equivoco, já que “profissional da educação básica” nos termos da Lei nº 12.014/2009, que, alterando o art. 61 da LDB, discriminou as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da educação. Quais sejam: professores; especialistas em educação e “trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim”.

A intenção da SEDUC (que não é a do Sintepp) melhor se aproximaria, em nosso entendimento, se adotasse o termo “profissionais do magistério”, que são os docentes e especialistas.

JOSÉ CARLOS disse...
Senhores do juridico. Tenham muito cuidado com essa trocas de nomeclatura pois podemos perder status de servidores e, portanto, sermos retirados do RJU, como são hoje os policiais militares.


Educação Especial
Sobre educação especial o Governo faz a seguinte proposta:

"Art. 32-A - A gratificação de Educação Especial será devida ao professor que se encontrar em regência de classe em turmas específicas de Educação Especial e corresponderá a 50% (cinquenta por cento), atendendo ao disposto no art. 31, XIX, da Constituição do Estado".

Portanto, somente fará jus a GRATIFICAÇÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL o PROFESSOR, mas não todos, somente o que estiver em REGÊNCIA DE CLASSE e apenas em TURMAS ESPECÍFICAS.

É uma proposta que vai gerar polêmica, pois, a discussão sobre o tema da educação especial indica para a sua inclusão no ensino regular. E não ocorre apenas em regência de classe e somente pelo professor.

A gratificação de educação especial está prevista no art. 247 da Lei 5810/94, que transcreveu na íntegra o disposto no inciso XIX do art. 31 da Constituição do Pará (gratificação de cinqüenta por cento do vencimento para os servidores em atividade na área da educação especial).  Em parte, uma vez que a gratificação de ensino especial é reconhecida a todos os servidores em atividade na área de educação especial, de acordo várias decisões do Poder Judiciário paraense.
Um direito que, mesmo previsto desde 1989 e reconhecido pelo Poder Judiciário paraense em 1995, só se efetiva quando determinado pela Justiça individualmente. Talvez, o motivo da omissão de se consignar neste PCCR sua completa abrangência.


Professores exigem Plano de Carreira
Salário - Além do PCCR, categoria quer novo piso de 1.087 reais

Os trabalhadores em educação pública do Pará realizaram, ontem, uma caminhada para reivindicar a aplicação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e da Lei 11.738, que regulamenta o piso salarial profissional nacional, que estabelece como vencimento mínimo aos professores da rede pública o valor de R$ 1.087,97, com carga horária de 200 horas mensais trabalhadas, aos professores de nível médio. O movimento faz parte de uma paralisação nacional, a "Marcha em Defesa e Promoção da Escola Pública", que traz o tema "A educação quer mais". Até o final desta semana, aproximadamente 80 municípios paraenses devem realizar ações semelhantes. Em Belém, a passeata saiu da Praça do Operário, em São Brás, às 10h30, provocou o engarrafamento de vias, como a avenida Governador José Malcher e Assis de Vasconcelos. A manifestação terminou em frente ao Palácio da Cabanagem, onde os trabalhadores pediram maiores investimentos na educação e a abertura de uma CPI, para apuração das fraudes na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

"O projeto de lei que estabelece o PCCR foi aprovado no ano passado, mas não foi implantado até hoje. Já tivemos algumas audiências com o atual governo, que alega que o plano deve sofrer algumas mudanças e que faltam informações como o tempo de serviço e o nível de formação dos professores", disse a coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), Conceição Holanda.

Conceição apontou ainda, que Sintepp e governo estadual divergem, principalmente, no que diz respeito à promoção horizontal da carreira. Atualmente, a progressão acontece a cada três anos de forma alternada: uma vez com base no tempo de serviço e outra através da avaliação do professor. No entanto, o governo sugere que a promoção seja feita somente com base na avaliação do docente. "Somos a favor da progressão automática pelo tempo de serviço, porque não se pode avaliar o professor, se a escola não oferece estrutura e boas condições de trabalho".

O LIBERAL, 12/05/2011

E o piso?!

Em nosso livro sobre o PCCR fizemos a crítica de que a Lei 7.442/2010 "não poderia – jamais – deixar de tratar do piso profissional".
E agora, com as diversas propostas feitas pelo Governo, nenhuma palavra sobre o PISO, instituído pela Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008 (Regulamenta a alínea “e” do inciso III do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para instituir o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica). E recentemente reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal.
.

Anônimo disse...
Senhores do Juridico, Oque devemos fazer para requerer judicialmente a implantação do piso em nosso estado?
Estou disposto até mesmo a pagar um advogado para impetrar uma ação se for o caso.


E o piso?!
Especialista ou técnico em educação
.
Uma das propostas do Governo é a alteração da nomenclatura do cargo de “ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO” para “TÉCNICO EM EDUCAÇÃO”.

É um cargo implicado em indefinições de sua nomenclatura. No projeto de lei original do Executivo atribui-se o nome de técnico em educação, recebendo emenda parlamentar para a atual denominação de especialista. Sobre essa questão, em 2007, através da Lei 7.047/07 foram criados 4.827 cargos de técnico em educação para integrar o quadro permanente do grupo, com carga horária fixada em 30 horas semanais, declarados extintos, à medida que vagarem, os cargos de administrador escolar, supervisor escolar, orientador educacional e inspetor de ensino. Em seguida, outras normas estaduais - Lei 7.083/08 e Lei 7.228/08 - trataram deste cargo denominando-o de especialista em educação.

Contudo, trata-se apenas de indefinições denominativas, diríamos assim. Uma vez que este cargo (especialista ou técnico) deve corresponder ao profissional da educação previsto no inciso II, do art. 61 da LDB, alterado pela Lei 12.014/2009, que são os servidores ortadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, “bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas”.

Ainda que omitida nas alíneas do inciso II do art. 5º do PCCR, a licenciatura exigida é a de pedagogia, de acordo com o expresso no “requisito de escolaridade” do anexo II da Lei.

Cabe ressalvar, que o citado dispositivo da LDB abre margem para que portadores de outras licenciaturas possam ser titulares do cargo de especialista em educação, desde que possuam títulos de mestrado ou doutorado nas áreas de educação.


Anônimo disse...
Acho que os professores licenciados deveriam se especializar e cursar também mestrado na área técnica-pedagógica. Após isso, deveriam concorrer para assumirem esses cargos técnicos.Digo isso, porque os licenciados-plenos são profundos conhecedores da realidade de alunos e professores em sala de aula, eles sabem de fato o que acontece e precisa ser feito, não burocratas que nunca pisaram em uma sala de aula barulhenta, poeirenta, fedorenta, etc., essa é a realidade.

JOSÉ CARLOS disse...
A portaria editada pelo governo anterior dava direto aos professores especialistas concorrerem à direção, o que foi retirado no atual, mas concordo que os professores são qualificados para tais cargos, uma vez que muitos diretores sequer saerm de suas salas para evidewncias a realidade das salas de aula e, fundamentalmente, só querem cumprir os ditames da SEDUC que está a quilômetros da escola.

A discussão continua

Nova rodada de negociação sobre o PCCR ocorreu hoje, dia 10. O Sintepp apresentou suas opiniões sobre as propostas de alterações feitas pelo governo, que as apresentou de forma detalhada.
Nova reunião ficou marcada para o dia 18/05/2011.


Anônimo disse...
BOM DIA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇAO DE TODO O ESTADO DO PARÁ, NAO ACREDITO QUE O SINTEPP FAZERA VISTA GROSSA NO QUE DIZ RESPEITO O SISTEMA DE ORGANIZAÇAO MODULAR DE ENSINO, SE O TEXTO DO PCCR REALMENTE FOR MUDADO , COM CERTEZA MUITOS PROFESSORES CRUZARAO OS BRAÇOS.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Corpo docente reune no Iespes


N
Luis Rabelo coordena primeira reunião

a segunda-feira, 2 de maio, o corpo docente do SOME, Polo de Santarém, participou da 1a reunião sob o comando do químico Luis José Rabelo de Lima. A reunião iniciou com a cantoria de um “Pai Nosso”, sob a regência do pedagogo Lázaro Guedes Leon. Em seguida Luís Rabelo tomou a palavra para tratar dos diversos assuntos pautados para o encontro. Primeiramente ele falou sobre a viagem realizada à Belém, para tratar de diversos assuntos pendentes no polo e sobre os resultados obtidos. Veja no vídeo abaixo os momentos iniciais da reunião.
A reunião é iniciada por Lázaro Guedes Leon


Apsomeam convoca associados para reunião

A presidente da Apsomeam – Associação dos Professores do Sistema de Organização Modular de Ensino da Amazônia, Maria Guiomar de Sousa, convida os associados para uma importante reunião a ser realizada no próximo dia 13 de maio para tratar de assuntos de interesse. A reunião acontece a partir das 9 horas, na escola “Onésima Pereira de Barros”.

sábado, 30 de abril de 2011

Alexandre Von diz:


Professor tem que trabalhar

E
m reportagem de capa publicada no jornal “O Impacto”, edição 831, o deputado estadual Alexandre Von (PSDB) diz que “todo professor dos sistema modular tem que trabalhar”.
A entrevista, que foi concedida ao repórter Carlos Cruz, tem duas perguntas relacionadas ao Sistema de Organização Modula de Ensino (SOME). A primeira delas é: "como o senhor analisa a questão do ensino modular na região?".
Eis a resposta: A proposta do secretário de estado de Educação, Nilson Pinto, que já esteve em Santarém fazendo uma visita in loco aos estabelecimentos da Seduc no município, é que o programa de ensino modular seja reformulado para ganhar qualidade, eficiência, trazendo resultados positivos para que em segundo momento seja ampliado. O secretário Nilson Pinto me garantiu que ao longo do primeiro semestre promoveria um amplo debate buscando a reformulação e o aprimoramento, sobretudo, na qualidade da educação prestada no Sistema Modular de Ensino, para que a partir do segundo semestre ele possa ser ampliado, revigorado e possa atender mais comunidades rurais que precisam muito desse programa.
A segunda pergunta respondida por Alexandre Von é: "foram detectados fraudes neste programa de ensino modular na região?". Resposta: Os equívocos, os excessos, enfim, o que precisar ser ajustado para aprimorar o programa será feito. Alguns professores lecionam no modular e tem outras atividades na área urbana, que compromete a qualidade do ensino. O objetivo é que quem for professor do modular e está fazendo uma opção por lecionar neste programa, não tenha condições em prestar serviços em outras escolas e não tenha condições de lecionar na cidade.

 Comentário da professora Ocy Martins

Ocy Martins
Não acredito que o Deputado Alexandre Von tenha dito isso: "Professor tem que trabalhar", fazendo referência aos professores que trabalham no Sistema Modular de Ensino - Polo Santarém, de forma acintosa como o repórter da matéria se refere no topo desta postagem, e como chamada principal na capa do jornal “O Impacto”, edição 831. Pois no desenrolar da matéria não se percebe nem uma malícia em suas colocações. É natural que no final de um governo e início de outro se encontre alguns "...equívocos, os excessos, enfim, o que precisar ser ajustado para aprimorar o programa será feito." (texto de Von), publicado na matéria. É preciso entender, que houve uma intencionalidade maldosa para difamar uma categoria trabalhadora em detrimento de alguns que por ventura não cumprem o seu papel de educador,(se quizermos justificar, "maus profissionais existem em qualquer atividade humana"). Porém, não sou daquelas que entregam a mão a palmatória. Se existe desvios de atividades profissionais devem ser corrigidos em nome da moral e da ética e dos princípios educacionais que é formar cidadãos críticos, éticos e vencedores para que tenhamos futuramente, Comunidades, Municípios, Estados da Federação Brasileira cidadãos conscientes e responsáveis pelos seus deveres e ideais. Vamos apostar nas pessoas que estão à frente do SOME-Polo SANTARÉM e na força poítica dos nossos deputados para que o Sistema Modular de Ensino deixe de ser um programa para ser uma Modalidade de Ensino e nisto confio na força política do DEPUTADO ALEXANDRE VON e de seus parceiros que acreditam que só pela educação e politização do povo paraense se pode mudar essa realidade atual.
Professora Ocy Martins 



domingo, 24 de abril de 2011

Relação dos novos professores do SOME
O descaso do antigo governo com o SOME ocasionou um grande número de pendências de disciplinas do ano letivo 2010, onde 33 das 50 comunidades assistidas do polo Santarém foram prejudicadas, propiciando o aumento da evasão escolar e tirando o direito do aluno a frequentar aulas regulares ao longo do ano. A proposta da atual gestão para combeter essa problemática e aumentar o número de professores para garantir o direito do aluno a uma educação de qualidade que seja capaz de garantir a inclusão, permanência e sucesso.

Parabéns SOME, conheça seus "novos" professores:

REMOVIDOS:
01 - Aldenis Moura - Biologia/Química
02 - Weberton Carlos - Biologia/Química
03 - Gleydson Maia - Física/Matemática
04 - Adriano Pereira - Matemática/Física
05 - Auristeles Silva - Matemática/Física
06 - Ilana Melo - Geografia
07 - Sergio Nobre - Geografia
08 - Alex Robreto - Geografia
09 - Magno Coelho - História
10 - Lúcia Ferreira - Inglês
11 - Hílde Leno - Ed. Física

NOMEADOS:
12 - _________________ - Biologia
13 - _________________ - Biologia
14 - Manoel Domingos - Inglês

... mais os 13 professores temporários que deverão permanecer em suas atividades até a substituição por outros professores nomeados.
Sabemos que não é a quantidade ideal, mas esses professores irão ajudar bastante, enfim.

Postagem enviada por Luis Rabelo

Resultados da carvana da URE em Belém

OBJETIVOS ALCANÇADOS PELO SOME JUNTO A SEDUC
- regularizar a situação dos 11 professores removidos de outras URE´s/USE´s  e/ou regular para o SOME:
Dos 11 professores que solicitaram remoção, todos os precessos já estavam indeferidos e após exposição da real situação do SOME-Santarém para CODES, os processos foltaram a tramitar e dos 11, apenas 01 (Hilde Leno) não aprovou por enquanto. Tomaremos as medidas cabives para retomada do processo.
- Portariade Lotação - lotação dos professores do SOME:

Não ocorreram muitas modificações em relação a portaria de lotação de 2007. Chama a atenção o fato que o sistema de lotação depende da migração do sistema acadêmico, ou seja, as turmas devem existir para que ocorra a lotação dos professores que será feita por turma e não por carga horária, portanto, sem turma, sem lotação. Fica assegurada a jornada de 200 horas, não sendo possível a extrapolação. Os servidores temporários do SOME-Indígena serão preservados, os demais deverão ser substituídos para que se faça cumpriu o TAC.
- Matriz curricular do SOME:
De acordo com o Conselho Estadual de Educação, a inclusão da filisofia e sociologia na 2 e 3 série no ano de 2010, desobriga a necessidade de disciplinas do quadro diversificado, portanto, não deverá ser trabalhado o AVC (2 série) e a QUIMICAII (3 série), permanecendo apenas o ESTUDOS AMAZÔNICOS (2 série) o que já se vem sendo feito pela escolas REGULARES de Santarém. Solicitamos ainda, a revesão imediata da matriz curricular no sistema acadêmico para que não nos restem dúvidas.
- Aquisição de bens e serviços (computador, impressora, telefone, pessoal, carteiras e mobília em geral):
A SEDUC disponibilizou para o SOME-Santarém um computador novo completo com impressora a toner e estabilizador, uma linha telefônica que deverá ser instalada na sala da coordenação durante os próximos dias e a 5 URE disponibilizou mais um servidor para trabalhar com o sistema acadêmico.
- pagamento de aluguel da casa dos professores do SOME:
Após longas discursões sobre aluguel de casa para o professor do SOME, não conseguimos avançar nas negociações por conta das irregularidades feita pela gestão anterior da quinta unidade, que não poderia ter firmado contrato de aluguel sem o conhecimento e consentimento da SEDUC e principalmente sem documentação necessária para justificar pagamento. Mais fica a vontade e a disposição de buscar soluções para que os proprietários de imóveis não fiquem no prejuízo. No caso da Vila Curuai, o aluguel está a mais de cinco anos em atrazo. Fica o questionamento, será que os professores terão onde ficar se essa situação não se resolver?
- interação com a coordenação geral do SOME-Belém:

Equipe muito boa, não mediram esforços para agilizar as solicitações. O SOME-Santarém é muito grato ao Coordenador Geral Nilson Costa, a Assessora Pedagogica Maria Anunciação, aos Técnicos Espito Santo e Guilherme e a todos os demais integrantes da equipe.
- interação com a coordenação do SOME-Indígena;
Na busca de esclarecimentos a respeito do funcionamento do SOME- Indígena a coordenação e a direção de ensino informa que o mesmo é independente,  capaz de tomar suas próprias decisões e conquistas, portanto, fica desobrigado a participação do grupo de professores do SOME- Indígena na bolsa alimentação fornecida pela PMS, que é conquista dos professores do SOME.
- nomeação de professores concursados;

Como o SOME tem carência de professor em quase todas as matérias, exceto em química, biologia e geografia, os professores nomeados e que não tiverem disponibilidade de carga horária na sede, deverão ser lotados no SOME, substituíndo os servidores temporários. Sejam todos muito bem vindos.
- contratação de professores:
Até o monemto não há previsão de novas contratações. No entato, os contratos existentes serão mantidos até posterior substituição, sendo que, os da educação indígena serão preserdados.
- merenda escolar, transporte escolar e livros escolares:
O aluno do modular precisa existir, ou seja, tem que ser inserido no sistema acadêmico para que tenha direito desses benefícios.
- matrícula e lançamento de notas no sistema acadêmico:
Com deficiência de recursos humanos, fica humanamente impossível deixar o sistema acadêmico do SOME em dia. Sendo que o prazo de matrículas é até o fim do mês de Abril e para agilizar as fichas de matrícula devem ser enviadas ao departamento de capitação de dados em Bélem a tempo de serem inseridos no sistema.
 - implantação do SOME em novas comunidades, enxugamento de turmas nas comunidades, paralização em comunidades com baixa demanda de alunos e visita técnica da coordenação do SOME a Santarém::
Para funcionar em sua plenitude, o SOME precisa passar por alguns ajustes, deverá ser implantado em novas comunidades e paralizado em outras, que tenha baixa demanda de alunos. As turmas com poucos alunos deverão ser unidas para que a quantidade de professor sejá suficiente para atender a demanda. Uma equipe do SOME- Belém virá a Santarém fazer a verificação em loco e os ajustes necessários. Sejam muito bem vindos.
- interação com a equipe gestora da SEDUC e departamentos.
Escolhidos a dedo pelo governo, fica muito claro que a educacão do Pará agora está no rumo certo. Obrigado aos secretários Nilson Pinto - secretário de educação, Valdeci e Crueiras - secretários adjuntos,  Altimá - assessor político, Izabel Matiello - CODES e toda a equipe da ASCOM coordenada pelo fantástico jornalista Sergio Chêne.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Uma viajem a Ilha de São Miguel

Um recanto de paz e fartura
    A Ilha de São Miguel, rotulada de recanto de paz e fartura, é uma das comunidades da várzea santarena onde foi implantado em 2004 , o Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), para a oferta do Ensino Médio Modular (EMM). Os estudantes são atendidos na Escola Municipal de Ensino Fundamental Duque de Caxias. 
        No mês de abril, quando foi gravada a viagem mostrada  no vídeo postado abaixo, o rio Amazonas estava em período de enchente e, os barcos que fazem linha para o local conseguem alcançar o centro da comunidade. A viagem de Santarém até o local dura cerca de 4h30. Apenas dois barcos fazem linha regular para a Ilha de São Miguel.
        No vídeo você acompanha alguns momentos dessa viagem até a comunidade.


quinta-feira, 21 de abril de 2011

Segundo módulo inicia 16 de maio

O coordenador do SOME, Polo de Santarém, Luís José Rabelo de Lima divulgou o Calendário Letivo SOME/2011. Detalhe: o ano letivo encerra dia 20 de dezembro. Os professores gozarão mais seis feriados: 23 de Junho, 7 de Setembro, 12 de Outubro, 2 e 15 de Novembro e 8 de dezembro. O recesso acontece de 3 à 17 de janeiro de 2012 e a A reposição de aulas inicia no dia 18 de janeiro e encerra 18 de fevereiro. (Veja na tabela o calendário para o segundo módulo).

20 MÓDULO – ANO LETIVO 2011
MAIO
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
DOM
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

26,27,28 – Avaliações
14 dias letivos
JUNHO
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
DOM


1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

7,8,9 – Avaliações
10,11,13 - Recuperação
25 dias letivos

Coordenação marca reunião



REUNIÃO DO CORPO DOCENTE DO SOME
DATA:
2/5/2011
LOCAL:
A combinar

ASSUNTOS:

1. Lotação do 2o módulo: planejamento;
2. Entrega de diários atrasados, quem estiver com diários pendentes não assinará a ficha de lotação do 2o módulo;
3. Preenchimento da ficha individual dos professores do SOME;
4. Apresentação dos novos professores;
5. Matriz curricular do SOME;
6. Bolsa alimentação;
7. Local a combinar

  Postado por Luís Rabelo

Gestão Democrática


Equipe da URE vai a Belém
resolver pendências administrativas
(5ª URE na SEDUC – “Se Maomé não vai até a montanha, a montanha virá até Maomé”)

U
ma equipe da 5ª URE composta pela diretora da unidade professora Maria José Maia, assessora da unidade, professora Marinete, coordenador do SOME – Santarém, professor Luis Rabelo e o coordenador do SOME – Belterra professor, Davirley Sampaio, esteve em Belém, no período de 12 à 17 de abril, com o intuito de resolver algumas pendências administrativas referentes à 5ª URE.
 Dentre tantas situações já resolvidas pela equipe, vale a pena ressaltar para o SOME, que vem sendo maltratado com falta de professores, deixando a desejar no atendimento as comunidades, a inclusão de 11 professores: Weberton e Aldenis Moura – Biólogos, Gleydson – Físico, Adriano - Matemático, todos professores que outrora já fizeram parte do SOME, Ilana e Sergio Nobre – Geógrafos, Auristeles – Matemático, Lúcia Melo – Inglês, Magno Coelho – Historiador, Alex Roberto – Geógrafo e Hilde Leno – Ed. Física), transformando o quadro de 96 professores deixados pela gestão anterior, para 107 professores. Esse número será reforçado com a entrada de mais professores nomeados, entre eles o professor Domingos – Inglês, que também já fez parte do SOME, e mais dois biólogos, entre outros. Outra medida utilizada para reforçar o quadro de docentes do SOME é a permanência dos professores temporários até a substituição dos mesmos por outro professor legalmente nomeado ou por novos substitutos contratados.
Na parte administrativa, o SOME recebe mais um servidor cedido do município do Belterra professor Nonato, que irá atuar no setor de informática efetuando matrículas e lançamento de notas. Recebe também, uma impressora e autorização para instalação de uma linha telefônica exclusiva.
Vale apena ressaltar que todos os pedidos de remoção encontravam-se indeferidos na SEDUC e que a presença da equipe foi de fundamental importância para que as remoções se efetivassem.
Outro assunto em questão é a matriz curricular do SOME e a portaria de lotação. Com a entrada da filosofia e sociologia na matriz curricular da segunda e terceira séries, não se faz necessário as disciplinas AVC e Química II que são do quadro das diversificadas, permanecendo apenas o Estudos Amazônicos para a segunda série e, diga-se de passagem isso é válido desde 2010, portanto, as ofertas dessas disciplinas nada valeram. Quanto a portaria de lotação, para o modular, fica garantido uma jornada de 40 horas semanais não ocorrendo grandes mudanças em relação a portaria anterior de 2007.
Outros assuntos tratados: pagamento do aluguel de casa dos professores em atraso (Curuai e Aritapera), Implantação do SOME em novas comunidades (Piquiatuba – Belterra, Piranha, Vista Alegre do Moju, Corta Corda – Mojui dos Campos e Correio do Tapará e Maró – Santarám) e interrupção do SOME em outras com demanda pequena de aluno, o que ficará a cargo da equipe de técnicos da coordenação geral do SOME - Belém que deverá estar acompanhando essas situações em loco. Em breve postaremos mais informações. Lembrem-se: educação é tudo.
(Postado por Luís Rabelo)