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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
NOTA DO SINTEPP
15 de outubro – Dia do(a) Professor(a)
A Educação não tem o que comemorar,
exigimos dignidade e respeito
|
A
|
educação pública constitui um dos direitos
sociais básicos do cidadão brasileiro consagrado no artigo 6o
e 206 da Constituição Federal de 1988, que definem os princípios que norteiam o
ensino público, como valorização dos profissionais da educação e planos de
cargos e carreira e remuneração com ingresso somente através de concurso
público.
A luta para tornar essa lei em algo real, palpável e atender às
necessidades da polução que clama por serviços sociais de qualidade é um
exercício que exige organização e mobilização social permanentes. Nos discursos
a educação é prioridade, mas logo se tornam vazios e ficam carentes de substâncias
morais e éticas, quando se fala em mais investimentos para o setor, deixado para
segundo plano a construção do futuro melhor para as nossas crianças e jovens.
Nosso estado detém índices
capazes de envergonhar qualquer cidadão, dada a importância da educação,
para a construção de uma nação verdadeiramente independente: temos o pior
índice da Educação Básica no Ensino Médio do Brasil e o segundo pior índice de
Desenvolvimento Humano em Educação, reflexos da falta de políticas públicas que
efetivamente tratem a educação com a devida atenção que merece.
Nossa greve não é apenas por salários, é também, pela defesa da
educação pública. Estamos cansados das propagandas enganosas feitas com o
dinheiro público, enquanto convivemos com a falta de ventilação e climatização
das salas de aulas, de água potável, de espaços educacionais adequados, com
banheiros sem condições de uso e materiais didático-pedagógicos insuficientes,
sem falar na completa insegurança que assola a comunidade escolar.
Queremos segurança para desenvolver nossas atividades; completa
estruturação das escolas; inclusão no PCCR dos demais trabalhadores em
educação, já previsto na legislação; eleições diretas para direção de escola;
jornada de trabalho com garantia de no mínimo 1/3 para hora atividade (tempo
reservado ao docente, cumprido na escola ou fora dela, para estudo e
planejamento, destinado a avaliação do trabalho didático e à socialização das
experiências pedagógicas; atividades de formação continuada, reunião,
articulação com a comunidade e outras atividades estabelecidas no Projeto
Político Pedagógico); regulamentação de aulas suplementares; efetivação da lei
do Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), pagamento do retroativo do Piso
Salarial de 2011, realização imediata de concurso público, formação continuada
para os demais trabalhadores em educação.
Hoje, quando comemoramos o Dia do Professor gostaríamos de festejar
a valorização de nossa profissão, porém, por conta de nossas péssimas condições
de trabalho estamos nas ruas, mobilizados pela garantia de nossos direitos.
O Sindicato convida pais, responsáveis, alunos e demais
trabalhadores do serviço público a somarem-se a nós nesta luta pela qualidade
da educação pública como direito social fundamental.
Sintepp – Em defesa
de educação pública de qualidade social
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
JURÍDICO SINTEPP - GREVE
Suspensa decisão que determinava
fim de greve de professores no PA
O
|
ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo
Tribunal Federal (STF), suspendeu, liminarmente, decisão proferida pelo juiz de
plantão da Vara Cível de Belém (PA) que determinou ao Sindicato
dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp) a interrupção da greve
das atividades escolares da rede estadual de ensino e que deixasse de promover
ou concorrer para a paralisação das atividades dos professores.
A decisão
agora suspensa determinava a publicação de seu inteiro teor na página do
sindicato na internet e estabelecia que, em caso de descumprimento de qualquer
das determinações, o sindicato estaria sujeito a multa diária de R$ 100 mil.
Ao analisar o pedido de liminar na Reclamação (RCL)16425, o ministro
Barroso argumentou que a Constituição Federal garante o direito de greve, tanto
para os trabalhadores da iniciativa privada quanto para os servidores públicos.
Disse, ainda, que o entendimento do STF é de que o exercício desse direito
pelos servidores depende de lei que o regulamente.
Entretanto,
como tal lei ainda não foi editada, resultando em omissão constitucional, o
Plenário do STF, ao julgar o Mandado de Injunção (MI) 670, preencheu a lacuna
normativa e viabilizou diretamente o exercício do direito de greve por
servidores. Na ocasião, o STF estabeleceu que, até a existência de lei
específica, seria aplicado a greve no serviço público, no que coubesse, o mesmo
regime aplicável aos trabalhadores da iniciativa privada. Também fixou o
entendimento de que a competência para julgar litígios relacionados ao direito
de greve de servidores públicos estaduais ou municipais é do Tribunal de
Justiça de cada estado.
Ao deferir a liminar, o ministro considerou as argumentações do Sintepp
plausíveis, pois como a decisão foi proferida por juiz de primeira instância,
parece contrastar com a competência do Tribunal de Justiça definida no
julgamento do MI 670. “Está igualmente presente o periculum in mora, uma vez
que os servidores em tela já estão proibidos de exercer um direito fundamental
por força de um ato que, além de ter sido proferido por órgão incompetente,
cominou ao sindicato elevada multa (cem mil reais) por dia de descumprimento”,
decidiu o ministro Roberto Barroso. PR/AD.
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
COTIDIANO
Aprovação do PNE impedirá
indicação política para escola
Segunda-feira, 07 de outubro de 2013 - Por Sandro Santos (MEC)
A gestão democrática, a pressão
indicação política para escola
Segunda-feira, 07 de outubro de 2013 - Por Sandro Santos (MEC)
U
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m gestor dedicado, eficiente e técnico é fator relevante para a qualidade do ensino, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao comentar matéria divulgada na imprensa sobre o perfil de diretores de escolas públicas. Segundo levantamento realizado a partir de respostas dos próprios diretores a questionário do mais recente Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de 2011, um em cada cinco diretores de escolas públicas no país é alçado ao cargo por políticos.
“As escolas que têm um diretor dedicado, eficiente e técnico costumam ter desempenho superior a escolas de mesmo nível, mas com diretor com outro perfil”, disse Mercadante, em coletiva à imprensa, nesta segunda-feira, 7/10, em Brasília.
A proporção de gestores indicados por políticos equivale a 21,8% do total: de 56.911 diretores das redes estaduais e municipais, 12.413 foram definidos por indicação política, prática condenada por especialistas em educação.
Para Mercadante, a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita no Congresso Nacional, “seguramente será um grande impulso para melhorar a qualidade da gestão das escolas”.
Conforme o ministro, o critério será objetivo, técnico e de mérito. “Nós esperamos superar definitivamente esta questão com a aprovação do PNE”, afirmou, ao citar duas estratégias que tratam especificamente do gestor da escola pública. O item 19.1 propõe priorizar o repasse de transferências voluntárias da União para os entes federados que tenham aprovado legislação específica que regulamente a matéria na área de sua abrangência, “que considere, conjuntamente, para a nomeação dos diretores e diretoras de escola, critérios técnicos de mérito e desempenho, bem como a participação da comunidade escolar”. Já o item 19.8 propõe “desenvolver programas de formação de diretores e gestores escolares, bem como aplicar prova nacional específica, a fim de subsidiar a definição de critérios objetivos para o provimento dos cargos”.
A gestão democrática, a pressão
política e a fala dos
gestores
![]() |
| Matéria publicada no "Blog do Jeso", sobre a posse do pedagogo Dirceu Amoedo |
O
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ficialmente, na
segunda-feira, 7 de outubro, o pedagogo Dirceu Amoedo, diretor da escola
estadual Pedro Álvares Cabral, assumiu a direção da 5a
Unidade Regional de Educação (5a URE), em substituição a
professora Glória Maria Costa, que estava a nove meses no cargo.
A substituição é mais uma manobra, fruto dos interesses dos
partidos políticos, que estão no poder e insistem em não cumprir com a “Política
de Educação Básica do Estado do Pará”, que optou por uma política de gestão
democrática da Educação, em que nos entes administrativos do sistema público, sejam
secretarias, instituições e escolas, a escolha dos gestores aconteça, através
da eleição direta.
De acordo com diretrizes dessa política, a prática da gestão
democrática, antes de ser uma conquista da sociedade e dos profissionais de
educação, constitui-se em dever destes,
que estão atuando frente às escolas e aos sistemas públicos do Brasil.
Em entrevista concedida e veiculada em um canal de televisão, na
noite de segunda, a gestora que saiu, Glória Costa, denuncia essa interferência
política, que só faz atrapalhar o trabalho dos gestores. Veja a seguir sua
fala.
Glória Maria Costa: “Lamentavelmente, a política partidária ainda
interfere na escolha do diretor da URE. Isso nós não podemos negar, Isso é
notório, nós sabemos disso...”
O diretor que assumiu,
Dirceu Amoedo, também se manifestou falando que vem “...imbuído do melhor propósito
realmente que é contribuir pra gente melhorar muitas coisas na educação, que
ainda são precisas que sejam melhoradas nas nossas escolas. Com certeza
absoluta o trabalho que eu tenho desenvolvido na escola Pedro Álvares Cabral,
com apoio dos meus colegas que lá ficaram foi sobretudo o que me credenciou com
certeza a estar assumindo a direção da 5a URE nesse momento.”
A pergunta que fica é: até quando o Dirceu vai ficar no cargo?
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COTIDIANO
COMO ANDA A
ASSEMBLEIA DO SINTEPP
![]() |
| A assembleia do Sintepp, em Belém (Foto: Rubens Araújo) |
De acordo com informações repassadas pelo professor Rubens Araujo, do corpo docente do Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), Polo de Santarém, presente na assembleia do Sintepp, que está em andamento em Belém, algumas decisões já foram anunciadas.
Entre elas o prosseguimento da greve e uma reunião do SOME, agendada para amanhã, 10/10, na sede do Sintepp.
Entre elas o prosseguimento da greve e uma reunião do SOME, agendada para amanhã, 10/10, na sede do Sintepp.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
OPINIÃO
Sintepp Belém X
Sintepp Santarém: um conflito visível
Por: Eládio Delfino Carneiro Neto
|
P
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ara nós, que acompanhamos e vivemos o processo de mobilização social
entre os trabalhadores em Educação pública da rede estadual de ensino, em
Santarém, nunca ficou tão claro a divergência existente entre a coordenação do
Sintepp Belém e a coordenação do Sintepp Santarém, como nesta greve, que foi
deflagrada no último dia 23.
As posições são antagônicas e claras. Por um lado, membros da coordenação
de Belém, atacam a coordenação do Sintepp Santarém, acusando-os de terem
manipulado o resultado da assembleia realizada na noite do dia 1o de outubro,
quando cerca de 300 trabalhadores em Educação da rede estadual de ensino
santarenos, se posicionaram sobre o movimento grevista deflagrado em Belém e
definiram: “...apoiar o movimento não cruzando os braços na totalidade, mas
realizando paralisações semanais, em dias alternados, podendo assim contar
sempre com a presença de pais e alunos nas atividades, visto que em uma
paralisação total estes acabam se isolando e se voltando contra a categoria.”,
de acordo com nota divulgada pela sub sede na rede social Facebook.
Uma das denúncias partiu do coordenador estadual Alex Ruffeil, que em
reunião do corpo docente do Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME),
Polo de Santarém, realizada no dia 30 de setembro, acusou a coordenação do
Sintepp local, de ter levado a discussão para as escolas, de forma que estas
decidissem ou não pela grave. Para Alex houve um desprestígio da coordenação,
para com o instrumento mais importante e democrático da decisão, que é a
assembleia geral.
Na ocasião, os 55 educadores e técnicos do SOME presentes na reunião convocada pela coordenação do Polo de Santarém, decidiram apoiar o movimento grevista em Belém e votar na assembleia do Sintepp, que foi realizada no dia 1o de outubro, pela adesão a greve.
Na ocasião, os 55 educadores e técnicos do SOME presentes na reunião convocada pela coordenação do Polo de Santarém, decidiram apoiar o movimento grevista em Belém e votar na assembleia do Sintepp, que foi realizada no dia 1o de outubro, pela adesão a greve.
Por outro lado, a coordenação do Sintepp/Santarém acusa Belém, de não ter
consultado a base, antes de ter deflagrado o movimento grevista, entre outras
acusações, como a de ter encerrado a última greve antes de Santarém.
A divergência entre as duas coordenações do Sintepp ficou mais evidente,
quando o Sintepp/Santarém lançou nota divulgando o resultado da assembleia, com
a posição dos trabalhadores santarenos sobre a greve.
Nas redes sociais vários comentários de filiados, deixam claro essa
divergência. Veja alguns deles contra o Sintepp/Santarém: “...Essa decisão é
fruto de uma direção vacilante, já vi essa história por aqui. Felizmente, a
base rechaçou essa prática diversionista que só confunde a luta em defesa da
escola pública, gratuita e de qualidade!” (Sebastião Netto Santos).
“Enquanto a direção da sub sede STM continuar suscitando tomadas de
decisões tendenciosas me excluo de qualquer atividade que envolva esse
sindicato...só queria perguntar aos companheiros de STM se na História houveram
meias revoluções...cabanagem parcial.” (Welcia Mara Gomes Leal).
“Acho que já estava na hora de Santarém viver um momento assim. Creio que
agora hão de aparecer novos revolucionários para assumir o Sindicato, coisa que
não foi possível na última eleição, quando com muita insistência, conseguiu-se
montar uma única chapa” (Marcio Pinto).
Como vocês podem ver, um grande conflito está evidenciado, dividindo os
trabalhadores, num momento crucial de mobilização, em que a unidade, a união
devem superar todos os interesses (políticos e partidários), em prol dos
interesses coletivos.
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18:53
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
OPINIÃO
SOME:
uma greve com surpresas
Por:
Eládio Delfino
| O coordenador Luis José Rabelo socializa o seu apoio e voto a favor da greve |
P
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elo menos duas surpresas foram contabilizadas por quem acompanha a
mobilização social pela Educação, no corpo docente do Sistema de Organização
Modular de Ensino (SOME), Polo de Santarém, durante o processamento e estruturação
do movimento grevista, que foi deflagrado pelos trabalhadores em educação da rede
estadual de ensino, no dia 23 de setembro de 2013, em Belém.
Uma delas foi o apoio ao movimento
propalado pelo coordenador do polo, Luis José Rabelo de Lima, durante reunião
agendada pela coordenação no dia 30 de setembro, na escola “Álvaro Adolfo da
Silveira”. Foi pela primeira vez e oficialmente, que um coordenador do SOME se
coloca ao lado dos trabalhadores.
A outra surpresa também aconteceu nessa reunião:
55 docentes e técnicos participaram de votação, levantando os braços em favor da greve. Foi uma decisão unanime entre os professores, que através de votação decidiram apoiar
e votar a favor da greve, na assembleia realizada pela sub sede do Sintepp, no
dia 1 de outubro, quando foi decidido a posição dos trabalhadores de Santarém.
Antecedentes
- Mobilização e votação expressiva igual
a esta só aconteceu na greve de 2008, quando diante da minguada contraproposta
do governo do Estado para o reajuste salarial dos trabalhadores, levou a
categoria a decidir pela greve, no dia 24 de abril. Em Santarém, a decisão pela
greve foi tomada em assembleia dos trabalhadores, realizada pelo sindicato na
escola “São Francisco”.
Neste ano o corpo docente contava no mês
de maio com um total de 123 professores, lotados para atuarem nas comunidades
atendidas pelo SOME, no Polo de Santarém.
No dia 10 de maio de 2008, 31 docentes
se mobilizaram e agendaram uma reunião na escola “Pedro Álvares Cabral”, que
serviu para tirar o primeiro indicativo de greve. Todos os professores
presentes decidiram pela adesão ao movimento grevista.
![]() |
Naquela ocasião, a reunião iniciou com o
matemático Arildo Nogueira Carvalho repassando os últimos informes sobre o
movimento grevista no Estado. Em seguida foi vez da geógrafa
Rainilza Maria Xavier Rodrigues falar sobre a situação do SOME, com a pauta de reivindicações, que ainda não fora encaminhada pelo
diretor de ensino da SEDUC.
Rainilza falou também sobre a ideia do
Estado em unificar para R$ 800,00 a gratificação pelo trabalho especial do
Ensino Modular. Esta notícia causou uma grande comoção entre os educadores, que
decidiram tirar o primeiro indicativo de greve e mobilizar a adesão dos outros
professores do polo.
Para isso foi marcado um novo encontro, na segunda-feira, 12 de maio, às
17 horas na escola “Onésimo Pereira de Barros”, para se tirar oficialmente o
indicativo de greve. Na ocasião, 66 professores e professoras presentes, se
manifestaram pela exercitação do direito de greve, ou seja, 53% deles se
propuseram em participaram da mobilização.
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21:25
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AGENDA SOCIAL SOME
entre Amigos Professores"
Já está tudo certo e acontece na sexta-feira, 18 de outubro, a FESTA ENTRE AMIGOS PROFESSORES, que pretende reunir o maior número possível de docentes que já atuaram e atuam no Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), Polo de Santarém.
Com o tema ANOS 60, a festa foi idealizada por um grupo de educadoras do SOME, entre elas Hitacy Santos, Aurinete Santos, Ester Ramos, Lucilene Aguiar, Fada-Isis Pinheiro. O Spazio Mello, localizado na av. Curuá Una, esquina com Álvaro Adolfo, será o palco da festança, que inicia às 20h30 horas e não tem hora para acabar.
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21:20
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MOBILIZAÇÃO SOCIAL
SOME/INANU solidário ao
movimento grevista
Estudantes participam e apoiam ato pedagógico pró-
movimento grevista
N
|
a
quinta-feira a tarde, 3 de outubro, estudantes, pais, educadores, técnicos da
comunidade estudantil do SOME de Inanu,
no Lago Grande, participaram de ato pedagógico em solidariedade ao movimento
grevista, que está acontecendo na rede pública estadual de ensino em Santarém e
de apoio ao ato público unificado que foi programado pelos sindicatos dos trabalhadores
(Bancos, Correios, Educação), para ser realizado na manhã de hoje, 4 de
outubro, com concentração na “Praça de São Sebastião.
A
atividade foi programada pela equipe de educadores do Sistema de Organização Modular
de Ensino (SOME), que cumpre o 3o módulo na escola “Ambrósio
Caetano Corrêa”, com intuito de socializar e discutir o momento de mobilização
social que está sendo vivenciado pela comunidade escolar.
| Membros da comunidade escolar do SOME, da escola "Ambrósio Caetano Corrêa, em Inanu, Lago Grande |
Na
ocasião, os presentes tiveram informações sobre o Plano de Mobilização Social
pela Educação (PMSE), do MEC, que faz um chamamento à sociedade, para que cada
um de seus membros se mobilize na luta pela qualidade na Educação.
Os
informes foram repassados pelo mobilizador social Eládio Carneiro, que alertou
para as orientações do MEC, sobre a competência
a desenvolver no educando, que é fazer com que este compreenda seu entorno
social e atue sobre ele.
Ele
falou também que o professor deve dar às crianças e jovem formação e informação
para atuarem como cidadãos. Ou
seja, converter problemas em oportunidades; organizar-se para defender seus interesses; solucionar problemas
através do diálogo e da negociação. Entre tantas outras habilidades a serem
apreendidas pelos alunos.
Após
a reunião o grupo se reuniu para tirar a foto, para ser socializada nas redes
sociais, manifestando o apoio dos estudantes ao movimento grevista.
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
GREVE NA EDUCAÇÃO
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
ENSINO MÉDIO MODULAR
SOME Santarém vota pela greve
| Alex Ruffeil expõe para os trabalhadores do SOME os reais motivos que levaram a greve |
Encerrou por volta das 17 horas de hoje, a reunião da coordenação com os educadores do SOME, Polo de Santarém, convocada para a socialização de diversos assuntos. Entre eles, o movimento grevista deflagrado no dia 23/9, pelos trabalhadores em Educação da rede estadual de ensino, em Belém.
O coordenador do Sintepp e professor do SOME, Alex Ruffeil, em sua fala expôs aos presentes, a real motivação que levou os trabalhadores a usarem o direito da greve. Em seguida, foi feita a sondagem e através de votação, os 55 docentes e técnicos resolveram, de forma unânime, aderir ao movimento grevista deflagrado em Belém no dia 23/9. Amanhã eles estarão na assembleia do Sintepp, a ser realizada na escola Onésima Pereira de Barros, para confirmar o voto a favor da greve.
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20:23
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REDE ESTADUAL DE ENSINO
Amanhã trabalhadores decidem
ou não pela greve em Santarém
ou não pela greve em Santarém
Amanhã, 01/10, às 18h30, acontecerá, na quadra da escola "Onésima Pereira de Barros", a assembleia geral convocada pela coordenação da sub sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), que definirá pela adesão ou não dos trabalhadores da rede estadual de ensino de Santarém, ao movimento grevista deflagrado em Belém, a partir do dia 23 de setembro.
Em consonância com o movimento iniciado em Belém, a coordenação do Sintepp local tomou uma série de medidas. Entre elas, a de divulgar, no dia 23 de setembro de 2013, em seu sítio na internet, uma carta aberta aos trabalhadores em Educação de Santarém.
O documento evidencia que "...todos tem que ter consciência de que greve não é para descanso, lazer, viagens ou repouso remunerado. Greve é para engajamento, militância, luta, enfrentamento. Logo, quem se dispuser à greve precisa ter compromisso e responsabilidade..."
O documento evidencia que "...todos tem que ter consciência de que greve não é para descanso, lazer, viagens ou repouso remunerado. Greve é para engajamento, militância, luta, enfrentamento. Logo, quem se dispuser à greve precisa ter compromisso e responsabilidade..."
Na sexta, 27/9, a coordenação do sindicato realizou uma reunião ampliada, na escola Onésima Pereira de Barros. Na ocasião os resultados das discussões feitas nas escolas, ao longo da semana foram socializados.
Amanhã, em decisão soberana da assembleia geral, os trabalhadores se posicionam e decidem se aderem ou não ao movimento grevista.
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06:47
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domingo, 29 de setembro de 2013
AGENDA SOCIAL SOME
A FESTA MAIS ESPERADA DO ANO
Já está tudo certo e acontece na sexta-feira, 18 de outubro, a FESTA ENTRE AMIGOS PROFESSORES, que pretende reunir o maior número possível de docentes que já atuaram e atuam no Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), Polo de Santarém.
Com o tema ANOS 60, a festa foi idealizada por um grupo de educadoras do SOME, entre elas HItacy Santos, Aurinete Costa, Ester Ramos, Lucilene Aguiar, Fada-Isis Pinheiro. O Spazio Mello, localizado na av. Curuá Una, esquina com Álvaro Adolfo, será o palco da festança, que inicia às 20h30 horas e não tem hora para acabar.
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